Depois da nossa lista de melhores do ano, continuamos então as já tradicionais listas de piores lançamentos do ano, dando foco para os filmes, séries e jogos que mais detestamos no ano. 

OBS: Cada membro escolheu o que gostaria de falar. Tratam-se de escolhas de cada membro, e não representam a opinião geral do site.

Lilo & Stitch (Disney)

Parte de mim acredita que eu poderia ter escolhido algo pior, mas depois de refletir bastante, cheguei na conclusão de que esse remake é um dos maiores exemplos do porquê esses live-actions da Disney simplesmente não funcionam. A produção falha miseravelmente em capturar a mesma magia que a animação, as mudanças que são feitas na história original são terríveis e o filme também chega a dar sono em alguns momentos. De qualquer jeito, o Stitch vende que nem água, então é claro que esse filme renderia o bilhão mais previsível do ano, uma pena que a Disney não parece aprender sua lição e já vai nos entregar um live-action de Moana que parece pior ainda.

Menções Honrosas: Jurassic World: Recomeço (Universal Pictures) e Gen V 2ª Temporada (Amazon Prime Video).

- Arthur R. Vale

Five Nights at Freddy’s 2 (Universal Pictures)

Bem, agora eu não tenho a crítica, então usarei esse pequeno texto para apenas destilar UM POUCO do meu ódio com esse filme. Eu sei que parece patético escolher uma coisa lançada tão “45 do segundo tempo”, mas é impossível só não rapidamente virar meus olhos para FNAF 2 (Se não fosse ele seria Wicked 2, mas deixei esse último como espaço nas minhas menções honrosas). 

Um ponto importante é que eu sou/era… fã… sei lá, mas o importante é que eu sempre estive conectado com Five Night’s At Freddy’s desde que eu era muito pequeno. Vi essa franquia crescer, os diversos jogo, vi a “suposta” história ser “desenvolvida” e as teorias ficarem mais e mais confusas, os primeiros livros serem lançados, até que chegamos no “apex”, um filme…. Um desastre. Dois anos depois temos a sequência que herda os mesmos problemas, a falta de uma atmosfera coesa, uma indefinição de identidade, uma história bagunçada com personagens chatos, e advinha, escrita pelo próprio criador da obra Scott Cawthon, e um vilão que aparece em exatas duas sequências. Eu na verdade poderia me alongar bem aqui, mas não é lugar para isso, fiquem com as menções honrosas. 

A única coisa boa desse filme foi o contexto em que fui vê-lo. Um amigo de muito tempo, que estava morando longe, foi comigo, a namorada dele, e um outro amigo para irmos ao cinema, e zuamos muito a qualidade duvidosa

Menções Honrosas: Wicked Parte 2 (Universal Pictures), Tron: Ares (Disney) e Capitão América Admirável Mundo Novo (Disney).

- Arthur

Código Alarum (Lionsgate)

Logo no início do ano essa bomba já foi lançada, e a presença de Sylvester Stallone não salva essa bomba. Infelizmente essa também foi a primeira vez da atriz brasileira Isis Valverde em Hollywood. Nada se salva aqui.

- Luís Fernando (Bruce)

Karate Kid: Lendas (Sony Pictures)

Karate Kid é uma franquia antiga e que fez bastante sucesso por muito tempo, ainda mais hoje em dia com o sucesso que foi a série derivada, Cobra Kai, uma nova tentativa nos cinemas não poderia ser cenário melhor, pena que a nova empreitada, Karate Kid: Lendas, foi extremamente frustrante de se ver. Roteiro preguiçoso e mal trabalhado, com conveniências e sem um peso narrativo que nos faça sentir alguma coisa aqui, tudo é apressado, você não sente aquela nostalgia dos treinos que tinha na trilogia anterior ou até mesmo do remake de 2010. A edição é horrorosa e parece ter sido feita por um amador no CapCut grátis. O elenco não tem carisma e o protagonista não segura o filme, nem mesmo as participações de Ralph Macchio e Jackie Chan dão conta do recado de tão sem graça que é feito. Se querem saber, a única coisa boa desse filme de fato, é uma piada envolvendo pizza no finalzinho dele, para ver o nível, foi um desprazer ver esse troço sem graça.

Menções Honrosas: Invocação do Mal 4: O Último Ritual (Warner Bros.), Stranger Things (Netflix), A Longa Marcha: Caminhe ou Morra (Lionsgate), Branca de Neve (Disney) e Gen V 2ª Temporada (Amazon Prime Video).

- Avast

Call of Duty Black Ops 7 (Activision)

CoD é provavelmente uma das mais -- se não a maior -- franquia quanto tratamos de receita anual. Mas em 2025, esse reinado caiu com o fracasso de Black Ops 7. 

Além de ser uma sequência direta da entrada do ano passado (Black Ops 6), que gera estafa ao público, o jogo apostou em ideias que vão totalmente contra o que fãs de CoD esperam.

- João Campos

The Last of Us 2ª Temporada (HBO)

Diferente da primeira temporada, a segunda decaiu muito, ao contrário do jogo, que no segundo capítulo evoluiu bastante.

- Vinicius Guimarães

Rua do Medo: Rainha do Baile (Netflix)

As vezes a realidade nos atinge de maneiras inesperadas. Me considero uma pessoa privilegiada, pois consigo evitar a maioria das bombas (Branca de Neve, Jurassic World, Electric State...), mas de vez em quando recebo um soco bem na fuça para me lembrar de como o cinema e a arte podem ser desprezíveis.

A trilogia "Rua do Medo", uma adaptação dos livros de horror de R.L. Stine foram uma grata surpresa no ano de 2021, sendo lançados cada um em uma semana pela Netflix por um mês, uma experiência bem bacana (que nem os filmes) de lançamento. Mas como sempre, eles decidem continuar a ordenhar certas vacas que já estão dando leite em pó, e o resultado é "Rua do Medo: Rainha do Baile" e sim esse é o título do filme mesmo não sou eu esquecendo e pedindo pro Chat GPT gerar um nome aleatório.

Temos aqui uma produção vagabunda de dois centavos que parece ter sido dirigida por uma pessoa que não sabe nem ativar a função de filmadora de um celular. Os cenários são pobres, os figurinos são sem graças, os diálogos são tão reais e compreensíveis quanto uma conversa de dois bêbados que passaram 12 horas em um bar se embriagando, e atuações que fazem Gal Gadot ser considerada a nova Meryl Streep (e a única atriz minimamente famosa morre nos primeiros 5 minutos de uma forma que me deixou com o queixo no chão de tão cachorrenta que a cena foi concebida). Enfim, cloro nos olhos deve ser uma experiência mais satisfatória.

Menções Honrosas: Ellio (Disney), Lobisomem (Universal Pictures) e Capitão América: Admirável Novo Mundo (Disney).

- Charlie Brown

Lost Soul Aside (Sony Interactive Entertainment)

E vamos falar de um jogo, que desde sua apresentação em pequenos trailer, criado por uma única pessoa, e com uma ambição misturando dois jogos que eu gosto muito, que é Devil May Cry, e Final Fanstasy, acabou me decepcionando que nem consegui ver mais nada sobre o game,  Lost Soul Aside entrou no mercado com aquele hype todo, mas na hora de rodar no PC, a coisa travou. O Ray Tracing, que era pra ser um show à parte, deixou muito a decepcionar, e o FPS então… nem se fala: caiu, bugou, travou.” E o que era pra ser o grande lançamento acabou não empolgando.  eu esperava mais , podia até ter uma história agua com açucar, se a ação justificasse, mas nem isso, os números em recepção tambem se mostravam assim, teve só 57% de aprovação no Steam, e nem mesmo 3.000 jogadores simultâneos. Parece que as expectativas ficaram no hype e não na realidade.” A Sony viu a criação desse game, deu uma equipe, investimento, depois que viram a proposta e tudo indicava ser algo triple AAA, porem eles entraram na jogada bem depois,  mas parece que a equipe, que começou pequena, não estava preparada para a transição para um AAA. Resultado: o jogo ficou meio perdido entre o sonho original e a grande produção.”

- Dave

Gostaram da lista? Concordam com os escolhidos de cada um?? Não se esqueçam de deixar um comentário e comentar quais foram os piores lançamentos de 2025 que vocês assistiram!

Post a Comment

Postagem Anterior Próxima Postagem